AfroBiz apresenta rodada de negócios para conectar afroempreendedores



A 2ª Rodada Nacional de Negócios do AfroBiz Salvador vai conectar 150 afroempreendedores de diversos setores da cadeia do turismo local com compradores interessados em fazer negócios e acessar informações de crédito. O evento é presencial e ocorre nesta quarta-feira (11), às 8h, na Arena Fonte Nova, em Salvador.


Durante a Rodada de Negócios, os empreendedores negros selecionados através de cadastro no site AfroBiz Salvador vão apresentar e negociar seus produtos e serviços diretamente com as empresas compradoras em todo o Brasil. Durante o evento, os produtos e serviços farão parte de uma exposição, e seus idealizadores e empreendedores participarão de conversas, troca de experiências e palestras com os demais afroempreendedores.

Os participantes selecionados serão distribuídos em quatro turmas e capacitados sobre o funcionamento do evento. Todos participarão de oficinas para treinamento de negociação com potenciais compradores, de modo a prepará-los de uma forma mais segura, para que se sintam fortalecidos comercialmente em busca do êxito nas negociações.


Interação – Além da interação, os afroempreendedores terão contato direto com representantes de instituições financeiras em estandes instalados no local. Dessa forma, poderão esclarecer dúvidas sobre crédito e outros temas, tendo um ambiente propício para conexão com vendedores, investidores e outros empreendedores, estabelecendo parcerias para negócios e oportunidades futuras.


A 2ª Rodada de Negócios é uma iniciativa das secretarias municipais de Cultura e Turismo (Secult) e Reparação (Semur), e possui financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por meio do Prodetur. O objetivo é formar em Salvador uma nova geração de negócios sustentáveis entre compradores e fornecedores, aumentando a sinergia entre empresas, consumidores, órgãos de classe e entidades parceiras do mercado de turismo e da cultura afro.

Plataforma – O AfroBiz Salvador é uma plataforma on-line que auxilia na organização de produtos e serviços de afroempreendedores em uma vitrine virtual, onde é possível expor e divulgar seus negócios, fortalecendo e inserindo-os na cadeia produtiva do turismo. Lá podem ser encontradas baianas de acarajé, turbanteiras, trançadeiras, capoeiristas, artistas, designers, artesãos, griôs, blocos afro, afoxés, terreiros, feirantes, ambulantes, produtores culturais, guias de turismo, meios de hospedagem e agências, dentre outros componentes do turismo étnico-afro na capital baiana.