“Viva – Vidas Valorizadas” – Assistente Social leva “bazar solidário” à comunidades care

Unir o útil ao agradável. Essa é a ideia do bazar solidário, evento idealizado pelo projeto “Viva – Vidas Valorizadas”. Durante o bazar são recebidas doações de roupas usadas que são vendidas para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social. O dinheiro arrecadado é transformado em vale-compras de R$60 e distribuídas entre famílias cadastradas pelo projeto. 

“ A gente leva a população carente ao mercado da comunidade que a gente esta apoiando e da a ele um vale compra de R$60. Dessa forma essas pessoas compram o que realmente precisam e montam a sua cesta. Damos também atendimento psicossocial e direcionamos para os serviços públicos que estão em funcionamento. É cesta-básica, é fralda, é medicação… É direcionamento que a gente dá… Muitas vezes é apenas uma orientação, uma escuta…. “, explica a assistente social, Marilucia Luz.

Idealizadora do “Viva – Vidas Valorizadas”, Marilucia explica que a ideia surgiu a partir da sua experiência de mais de trinta anos à frente de iniciativas dessa natureza.

“Há mais ou menos trinta dias ao arrumar o meu armário percebi o quanto a gente é beneficiado com roupas que a gente as vezes nem utiliza. Foi aí que comecei a bagunçar também os armários dos amigos e a pedir que cada uma nos doasse uma peça para que a gente vendesse e revertesse isso em alimentos. Não tinha pretensão de ampliar um projeto e nem de criar nenhum movimento. Muita gente acabou aderindo e minha casa acabou virando uma loucura de tanta doação”.

“O projeto “Viva – Vidas valorizadas busca revitalizar o comércio local, que também está em sofrimento por conta da pandemia, além de resgatar o poder de compra da comunidade. Acabando o bazar levaremos essas famílias para fazerem as compras no valor de R$60”, completou a assistente social.

A primeira edição ocorreu no último sábado no bairro do Nordeste de Amaralina.

“O acolhimento da comunidade esta sendo muito bacana, não somente pelo processo da venda ou pelo vale compras, mas de acesso à produtos de qualidade e de marca que talvez às pessoas não tivessem acesso. Os depoimentos da comunidade também estão sendo fantásticos. A mocinha que estava aqui vendendo beiju falou: “Eu vou ali fazer o dinheiro e volto aqui para comprar”. Uma outra pessoa veio atrás de uma bermuda querendo fazer uma troca. Não importa: queremos que as pessoas saiam daqui satisfeitas e valorizadas”, finaliza.

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